quarta-feira, 1 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Época de ouro da F1
GP Memória - Alemanha 1977
Quase um ano após o acidente de Niki Lauda no enorme Nurburgring Nordschleiffe, os organizadores cederam ao inevitável e decidiram que dali em diante, a corrida seria disputada no mais pequeno - mas muito veloz - circuito de Hockenheim, que tinha recebido sete anos antes uma prova do Mundial, vencida pelo Lotus de Jochen Rindt. Veloz, mas muito mais seguro, os pilotos preferiram bastante esta pista.
Para a corrida alemã estavam inscritos 30 carros para uma grelha de 24 que a organização deixava entrar. Em relação a Silverstone, 15 dias antes, havia novidades: a Renault estava ausente, tendo decidido que iria fazer mais algumas sessões de testes, enquanto que a McLaren voltava ao formato de dois carros, depois da experiência do novato Gilles Villeneuve. Na ATS, entrava um segundo carro para o local Hans Heyer, enquanto que na BRM, o belga Teddy Pillete estava a bordo do carro.
Após as duas sessões de qualificação, a pole-position calhou pela primeira vez na carreira, a um Wolf. Jody Scheckter tinha sido o autor da proeza, com John Watson ao seu lado, no seu Brabham-Alfa Romeo. Niki Lauda era o terceiro, no seu Ferrari, na frente do McLaren de James Hunt. O segundo Brabham-Alfa Romeo de Hans-Joachim Stuck foi o quinto, seguido pelo Ligier-Matra de Jacques Laffite. Carlos Reutemann era o oitavo, e a fechar o "top ten" estavam, na quinta fila, o Lotus de Gunnar Nilsson e o Surtees de Vittorio Brambilla.
Seis pilotos acabaram por não se qualificar para a corrida. Destes, o mais sensacional foi a não-qualificação de Emerson Fittipaldi, no seu Copersucar, que era a segunda vez que isso acontecia. O March de Patrick Néve, inscrito pela Williams, outro March, de Arturo Merzário, o Penske-ATS de Hans Heyer, o McLaren privado de Emilio de Villota e o BRM de Teddy Pilette.
A corrida começou com os três primeiros da grelha a manterem as posições. Watson pressionou Scheckter pela liderança até à oitava volta, altura em que o motor falhou e ele acabou por desistir. Por essa altura, havia algo insólito: um carro ilegal! O autor da duvidosa proeza era Hans Heyer, que tinha largado sem que os comissários se tivessem despercebido. Estes queriam desclassificá-lo - o que acabou por acontecer - mas Heyer não viu as bandeiras pretas até que a transmissão se partiu, na nona volta.
Pouco depois, Lauda aproximou-se o suficiente para passar, que conseguiu concretizar à 13ª volta. Aos poucos, afastou-se do sul-africano da Wolf e rumou à vitória. Atrás dos dois pilotos, havia uma batalha entre o Ligier de Laffite, o McLaren de Hunt e o Brabham de Stuck. Hunt passou o francês e foi ao ataque de Scheckter, numa batalha que se prolongou até à 33ª volta, altura em que o motor do britânico estourou, deixando o piloto da Wolf mais tranquilo.
A partir dali, não houve grandes novidades, a não ser a desistência de Mário Andretti, na volta 34 quando já era quinto. O lugar foi para o Tyrrell de Ronnie Peterson, que oito voltas depois acabou também por desistir pela mesma razão.
No final, Niki Lauda era o vencedor, seguido por Jody Scheckter e o Brabham de Hans-Joachim Stuck, para delírio dos alemães, pois era o seu primeiro pódio da sua carreira. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o segundo Ferrari de Carlos Reutemann, o Surtees de Vittorio Brambilla e o Ensign de Patrick Tambay, que pontuava pela primeira vez na sua carreira.
Após as duas sessões de qualificação, a pole-position calhou pela primeira vez na carreira, a um Wolf. Jody Scheckter tinha sido o autor da proeza, com John Watson ao seu lado, no seu Brabham-Alfa Romeo. Niki Lauda era o terceiro, no seu Ferrari, na frente do McLaren de James Hunt. O segundo Brabham-Alfa Romeo de Hans-Joachim Stuck foi o quinto, seguido pelo Ligier-Matra de Jacques Laffite. Carlos Reutemann era o oitavo, e a fechar o "top ten" estavam, na quinta fila, o Lotus de Gunnar Nilsson e o Surtees de Vittorio Brambilla.
Seis pilotos acabaram por não se qualificar para a corrida. Destes, o mais sensacional foi a não-qualificação de Emerson Fittipaldi, no seu Copersucar, que era a segunda vez que isso acontecia. O March de Patrick Néve, inscrito pela Williams, outro March, de Arturo Merzário, o Penske-ATS de Hans Heyer, o McLaren privado de Emilio de Villota e o BRM de Teddy Pilette.
A corrida começou com os três primeiros da grelha a manterem as posições. Watson pressionou Scheckter pela liderança até à oitava volta, altura em que o motor falhou e ele acabou por desistir. Por essa altura, havia algo insólito: um carro ilegal! O autor da duvidosa proeza era Hans Heyer, que tinha largado sem que os comissários se tivessem despercebido. Estes queriam desclassificá-lo - o que acabou por acontecer - mas Heyer não viu as bandeiras pretas até que a transmissão se partiu, na nona volta.
Pouco depois, Lauda aproximou-se o suficiente para passar, que conseguiu concretizar à 13ª volta. Aos poucos, afastou-se do sul-africano da Wolf e rumou à vitória. Atrás dos dois pilotos, havia uma batalha entre o Ligier de Laffite, o McLaren de Hunt e o Brabham de Stuck. Hunt passou o francês e foi ao ataque de Scheckter, numa batalha que se prolongou até à 33ª volta, altura em que o motor do britânico estourou, deixando o piloto da Wolf mais tranquilo.
A partir dali, não houve grandes novidades, a não ser a desistência de Mário Andretti, na volta 34 quando já era quinto. O lugar foi para o Tyrrell de Ronnie Peterson, que oito voltas depois acabou também por desistir pela mesma razão.
No final, Niki Lauda era o vencedor, seguido por Jody Scheckter e o Brabham de Hans-Joachim Stuck, para delírio dos alemães, pois era o seu primeiro pódio da sua carreira. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o segundo Ferrari de Carlos Reutemann, o Surtees de Vittorio Brambilla e o Ensign de Patrick Tambay, que pontuava pela primeira vez na sua carreira.
Fonte: Continental Circus.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Escultura com carros, muito show!!!
Carros de Fórmula 1 'voam' em looping infinito
Escultura tem modelos de Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi
A obra é de autoria do prestigiado designer Gerry Judah, e foi criada como parte do Goodwood Festival of Speed, a maior festa de automobilismo do mundo, que ocorre todos os anos numa propriedade nobre chamada Goodwood House. Feita com 60 toneladas de retalhos de aço, a escultura simula uma pista de corrida retorcida, com curvas em loopings que se cruzam, formando uma estrutura triangular por onde "correm" os veículos.
Além do Lotus 72E usado por Emerson Fittipaldi em 1973, e do 99T pilotado por Ayrton Senna em 1987, a lista de carros que compõem a escultura inclui o 32B de Jim Clark em 1965, o 49B de Graham Hill em 1968, o 79 de Mario Andretti em 1978, e o modelo com o qual a equipe corre na atual temporada, o Lotus F1 Team.
A obra é uma homenagem ao fundador da mitológica escuderia, o designer Colin Chapman, que introduziu os cockpits monopostos - planejados a partir do corpo do piloto, e não o contrário - no automobilismo.
Fonte: Revista Casa Vogue.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
JOGO DO CENTENÁRIO DO FLA X FLU
Um jogo para ficar para história!
Frases de Nelson Rodrigues:
“Até hoje em todo o mundo não há um jogo que chegue aos pés do Fla-Flu. Que é cada vez mais empolgante. E cada jogo entre o Fluminense e o Flamengo parece ser o maior do século e será assim eternamente”. (Nelson Rodrigues)
“Se o Fluminense jogasse no céu, eu morreria para vê-lo jogar”.
“O Fluminense é o único time tricolor do mundo. O resto são só times de três cores”.
“Grandes são os outros, o Fluminense é enorme”.
“O Fluminense nasceu com a vocação da eternidade…tudo pode passar…só o tricolor não passará jamais”.
“Pode-se identificar um Tricolor entre milhares, entre milhões. Ele se distingue dos demais por uma irradiação específica e deslumbradora”.“Nas Laranjeiras, não se dá um passo sem pisar numa glória”
terça-feira, 19 de junho de 2012
NÃO SEI ONDE O BRASIL VAI PARAR!!!! ABSURDO!!!!!!
O GOOGLE JOGOU FORA O BLOG DO MEU FILHO DE 12 ANOS. ELE QUER O CONTEÚDO DE VOLTA.
Creio que todos os leitores deste blogue sabem que meu filho Gabriel, de 12 anos, se dedicava desde os sete a seu blog, o Saco de Batatas. "Dedicava" porque, há duas semanas, o Google cancelou a conta de Gmail do Gabriel e, junto dela, o blogue que ele mantinha, bem como o acesso ao sistema administrativo.
Motivo? Segundo o aviso que apareceu ao tentar acessar seu e-mail, Gabriel "violou a política do Google" por ter menos de 13 anos - a idade mínima estabelecida pelo Google para alguém poder ter uma conta de Gmail. Curioso é que Gabriel sempre informou sua idade verdadeira e demorou "apenas" cinco anos para alguém reparar que Gabriel havia "violado a política do Google". Incoerente, para dizer o mínimo.
Durante cinco anos, Gabriel se dedicou ao seu blog com o cuidado, carinho e interesse compatíveis com sua idade ao longo desse tempo. Era, para ele, uma diversão. Seu blogue já foi tema de reportagens no "Estadinho" (suplemento infantil de "O Estado de S. Paulo") e na revista "Recreio". Para o mesmo "Estadinho", Gabriel escreveu uma reportagem de duas páginas sobre a Stock Car e o piloto Chico Serra. No ano passado, um pouco antes do GP do Brasil, Gabriel fez "a melhor entrevista do ano" com a fera da F1 Mark Webber (as palavras são do próprio; áudio e texto podem ser ouvidos no link graças à Car and Driver, que publicou a entrevista em seu blogue). No final do ano passado, o camarada Luc Monteiro, a quem prezo duplamente (pela amizade e pela competência de sua locução, vibrante sem apelar para gritarias histéricas ou chavões repetitivos), manifestou irrestrita confiança no futuro de Gabriel como comunicador. Há menos de duas semanas, por ocasião do GP do Canadá, Gabriel fez sua estreia oficial no rádio: participou da equipe de comentaristas comandada por Odinei Edson na Band News. E saiu-se muito bem.
Pois é, "seu" Google. Foi o trabalho deste garoto que sua brilhante equipe tratou como lixo. Tentei resolver o caso amigavelmente com o Google por vias diplomáticas. O que pedi era muito simples: que o conteúdo do blogue (textos, fotos e comentários) fosse salvo e restituído ao Gabriel. Nada consegui, apesar da boa vontade de algumas pessoas que tentaram nos ajudar. Por isso, reproduzo abaixo, ipsis literis, o texto que Gabriel escreveu indignado há duas semanas, quando o "Saco de Batatas" foi tirado do ar.
TIRARAM MEU BLOG DO AR; TRABALHO DE MAIS DE CINCO ANOS TOTALMENTE PERDIDO!
Eu passei por uma experiência péssima hoje. Simplesmente, sem nenhum aviso, meu blog foi encerrado e minha conta de e-mail, removida. Estou indignado. Foram 5 anos de um trabalho feito com dedicação. Mais de 700 postagens desde o dia 15 de outubro de 2007. 3 reportagens feitas com o meu blog, duas delas com o Estadinho e uma com a revista Recreio. Por que em 2007 ninguém viu problema? Eu não sou mais marionete nas mãos do Gmail. Agora, para mim, Gmail e Google são palavrões. Qual o objetivo de tirar o blog de uma criança do ar? Eu nunca escrevi nada imoral ou que ofendesse alguém. Pelo contrário. Muitos já me parabenizaram por causa do meu blog. Conselho de amigo: deixem o Gmail de lado e partam para qualquer outro e-mail. De duas, uma: Ou pensam que eu sou um estúpido e não vou notar nada, ou as pessoas do Google são muito sacanas.
Gabriel Pandini, 5 de junho de 2012
O Google frustrou uma criança. Parabéns. Poucas maneiras são mais eficientes que esta para uma empresa angariar antipatia generalizada.
Reportagem retirada do http://pandinigp.blogspot.com.br/ .
Creio que todos os leitores deste blogue sabem que meu filho Gabriel, de 12 anos, se dedicava desde os sete a seu blog, o Saco de Batatas. "Dedicava" porque, há duas semanas, o Google cancelou a conta de Gmail do Gabriel e, junto dela, o blogue que ele mantinha, bem como o acesso ao sistema administrativo.
Motivo? Segundo o aviso que apareceu ao tentar acessar seu e-mail, Gabriel "violou a política do Google" por ter menos de 13 anos - a idade mínima estabelecida pelo Google para alguém poder ter uma conta de Gmail. Curioso é que Gabriel sempre informou sua idade verdadeira e demorou "apenas" cinco anos para alguém reparar que Gabriel havia "violado a política do Google". Incoerente, para dizer o mínimo.
Pois é, "seu" Google. Foi o trabalho deste garoto que sua brilhante equipe tratou como lixo. Tentei resolver o caso amigavelmente com o Google por vias diplomáticas. O que pedi era muito simples: que o conteúdo do blogue (textos, fotos e comentários) fosse salvo e restituído ao Gabriel. Nada consegui, apesar da boa vontade de algumas pessoas que tentaram nos ajudar. Por isso, reproduzo abaixo, ipsis literis, o texto que Gabriel escreveu indignado há duas semanas, quando o "Saco de Batatas" foi tirado do ar.
TIRARAM MEU BLOG DO AR; TRABALHO DE MAIS DE CINCO ANOS TOTALMENTE PERDIDO!
Eu passei por uma experiência péssima hoje. Simplesmente, sem nenhum aviso, meu blog foi encerrado e minha conta de e-mail, removida. Estou indignado. Foram 5 anos de um trabalho feito com dedicação. Mais de 700 postagens desde o dia 15 de outubro de 2007. 3 reportagens feitas com o meu blog, duas delas com o Estadinho e uma com a revista Recreio. Por que em 2007 ninguém viu problema? Eu não sou mais marionete nas mãos do Gmail. Agora, para mim, Gmail e Google são palavrões. Qual o objetivo de tirar o blog de uma criança do ar? Eu nunca escrevi nada imoral ou que ofendesse alguém. Pelo contrário. Muitos já me parabenizaram por causa do meu blog. Conselho de amigo: deixem o Gmail de lado e partam para qualquer outro e-mail. De duas, uma: Ou pensam que eu sou um estúpido e não vou notar nada, ou as pessoas do Google são muito sacanas.
Gabriel Pandini, 5 de junho de 2012
O Google frustrou uma criança. Parabéns. Poucas maneiras são mais eficientes que esta para uma empresa angariar antipatia generalizada.
Reportagem retirada do http://pandinigp.blogspot.com.br/ .
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
Já foi o primeiro paulista.
Primeiro jogo do Fluminense no CAMPEONATO BRASILEIRO 2012.
Resultado: Corinthians 0 x 1 Fluminense.
Já foi o primeiro paulista.
Resultado: Corinthians 0 x 1 Fluminense.
Já foi o primeiro paulista.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
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