sexta-feira, 26 de abril de 2013

Depois de vencer no Bahrein, Vettel segue para Rússia e promove circuito


Líder do campeonato, alemão da RBR visita parque 
olímpico de Sochi, onde está sendo construído pista que 
sediará etapa da F-1 a partir de 2014

Sebastian Vettel
 mal teve tempo de comemorar a vitória no GP do Bahrein deste domingo. No mesmo dia, o jovem alemão da RBR pegou o avião e seguiu para a Rússia. Nesta segunda-feira, ele visitou o parque olímpico de Sochi, onde está sendo construído o circuito que receberá a Fórmula 1 nos próximos anos.
Vettel evento circuito F1 Sochi (Foto: AFP)Vettel visita obras do circuito de Sochi, construído em meio ao Parque Olímpico (Foto: AFP)
                                                                                    
Em companhia com o ex-piloto David Coulthard e de autoridades locais, o jovem tricampeão posou para fotos com a planta do circuito e com um carro da RBR. Em seguida, deu uma volta com Coulthard, a bordo de um carro de passeio que leva seu nome, produzido pela patrocinadora de sua equipe.
- Após experimentar uma seção da pista, posso ver que vai ser um circuito divertido de guiar um carro de F-1. A localidade é muito impressionante. Estou ansioso para voltar para o GP no próximo ano – disse o tricampeão.
A expectativa é que a pista entre no calendário da F-1 no ano que vem, com uma etapa a ser realizada em novembro. O circuito está sendo construído no complexo esportivo que receberá os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro de 2014.
Vettel evento circuito F1 Sochi (Foto: AFP)Alemão posa com carro da RBR em parque olímpico de Sochi (Foto: AFP)
Após quatro etapas, Vettel lidera a temporada 2013 com 77 pontos, dez a mais que Kimi Raikkonen (Lotus). A F-1 segue agora para a chamada “temporada europeia”. O próximo desafio é o GP da Espanha, de 10 a 12 de maio. A TV Globo transmite ao vivo a corrida e o treino classificatório
.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

RUSH


Os outros personagens de "Rush"

O trailer de "Rush", lançado hoje, fez com que esta fosse a melhor oportunidade para falar sobre as personagens secundárias do filme realizado por Ron Howard e escrito por Peter Morgan, e cuja estreia mundial acontecerá a 20 de setembro. Se todos sabem que Daniel Brühlvai ser Niki Lauda e Chris Helmsworth será James Hunt, outras personagens secundárias aparecerão neste filme, a preencher os papéis das pessoas que fizeram parte deste tempo, desta história. Algumas são algo conhecidas, outras só são famosas nos seus países, e ainda não se sabem quem serão as pessoas que - se é que aparecerão - nesta história.

Assim sendo, começo por Pierfrancesco Favino. O ator italiano é conhecido dos filmes de Ron Howard como "Anjos & Demónios", e ele interpretará o papel de Clay Regazzoni, o companheiro de Lauda na BRM, em 1973, e depois na Ferrari, entre 1974 e 1976. Depois temosChristian McKay, um promissor ator inglês que fará o papel de Alexander,Lord Hesketh, o homem que dá a Hunt o seu primeiro carro na Formula 1 e cujo estilo de vida fez com que colocassem os holofotes sobre a equipa, que correu entre 1973 e 1976, conseguindo uma vitória no GP da Holanda de 1975. McKay, de 39 anos, tornou-se conhecido em 2008 por fazer de Orson Welles no filme de Richard Lintaker, "Me and Orson Welles". E por causa disso, McKay recebeu uma nomeação para os BAFTAS, os prémios do cinema britânico.

Há mais outras personagens secundárias: o ator francês Xavier Laurentserá Patrick Depailler, que em 1976 era um dos pilotos da Tyrrell P34, o carro de seis rodas que a equipa desenhou. Laurent aparecerá mais tarde este ano no filme "The Monuments Man", produzido e realizado porGeorge Clooney, onde se trata de um grupo de homens do Exército Americano cujo objetivo é de encontrar a arte roubada pelos nazis na II Guerra Mundial.

Mais dois atores italianos, Alessandro de Marco e Ilario Calvo, serão respectivamente, Daniele Audetto e Luca di Montezemolo. A personagem de Alastair Caldwell, o diretor desportivo da McLaren, será interpretada por Steve Mangan, e um finlandês, Antti Hakala, será Hans-Joachim Stuck, e até há um ator nipo-americano, Zack Eisaku Niizato, que fará o papel de Masahiro Hasemi.

Ainda faltam imensas personagens, e provavelmente não serão preenchidas, dado que será uma história sobre o duelo entre Lauda e Hunt. Mas creio que há duas personagens que não foram cobertas, ou do qual nada ouvi ainda: Enzo Ferrari e Teddy Mayer. Estarão no filme? E se sim, terão papel de relevo? 

Só em setembro saberemos tudo.

domingo, 7 de abril de 2013

Exposição VELOCULT.

Fotos feitas no dia 07/04/2013, no shopping PARK CAMPO GRANDE.
Fantástica exposição, parabéns aos organizadores.
Só em poder está proximo à estes veiculos, já valeu!!!!!





































Espero poder ver o mais breve possivel em outras exposições deste genero.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Fica a dica!!!



Caros amigos,


Sou amante de esporte a motor. Fiquei muito triste quando recebi a noticia que o autódromo de JACAREPAGUÁ seria demolido e que não havia data e nem local para ser construído um novo, mas quem sou???? Sou uma formiga em um mundo tão grande de GIGANTES.

Pergunto a todos:
Porque enquanto não temos um autódromo de verdade na cidade do Rio, não podemos ter etapas de STOCK, formula Vee, Indy Car e até Formula 1 nas ruas da nossa cidade?

Vejo na internet que no passado existiu etapas de esporte a motor nas ruas da nossa cidade, Segue abaixo um exemplo do passado, o CIRCUITO DA GÁVEA.

Não é que quero julgar uma ou outra cidade. Mas se São Paulo e Bahia pedem ter etapas com circuito de RUA, porque o RIO DE JANEIRO não pode?

Fica aqui um desabafo e uma dica.


Circuito da Gávea

Recebi recentemente, através de meu amigo Ariel do Automóvel Clube do Brasil, algumas fotos enviadas por Dna. Maria Elizabeth Parkinson, neta de J. R. Parkinson, diretor do Automóvel Clube do Brasil da época.
Essa foto mostra os boxes do “Grande Premio da Cidade do Rio de Janeiro” ("Circuito da Gávea" ou também "Trampolim do Diabo"), e, acho eu, do ano de 1936, vejam as bandeiras.
Além dos brasileiros, participaram: 2 italianos; 5 argentinos; 1 portugues e 2 franceses, sendo que um deles era a corredora Helle Nice.
ATUALIZADO:
Fui alertado pelo meu amigo Napoleão (do ótimo http://www.luik.com.br) que no canto direito da foto (amplie) tem uma perua que com certeza não existia em 1936, não haviam carros com os pára-lamas incorporados à carroceria, eles foram lançado no pós-querra.

Clique na foto para ampliar



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pietro Fittipaldi deixa a Nascar para seguir os passos do avô rumo à F-1


Apoiado por homem mais rico do mundo, neto de Emerson troca carreira promissora na Stock americana aos 16 anos para competir de monopostos

Pietro Fittipaldi Emerson Fittipaldi (Foto: Alexander Grünwald/ GLOBOESPORTE.COM)O "encontro" via telepresença de Pietro e Emerson
(Foto: Alexander Grünwald/ GLOBOESPORTE.COM)
Depois das passagens de Emerson, Wilsinho e Christian, o clã Fittipaldi pode ter mais um representante na Fórmula 1 em um futuro próximo. Aos 16 anos, Pietro atendeu ao pedido do avô bicampeão mundial e trocou uma carreira promissora no automobilismo norte-americano pelos monopostos, com o objetivo de alcançar a categoria máxima do esporte a motor no mundo. Pietro disputará simultaneamente a F-4 e a F-Renault inglesas, dois campeonatos de formação na escada que leva à F-1. Campeão de uma divisão regional da Nascar em 2011, a Limited Late Model, o garoto contará com um incentivo e tanto para trocar os ovais dos Estados Unidos pelas pistas da Europa: o aporte financeiro de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, através do apoio de seu grupo de telecomunicações. Pietro participará de projeto de formação de pilotos semelhante ao que levou os mexicanos Sergio Pérez e Esteban Gutierrez à F-1. O anúncio aconteceu em um "encontro" via telepresença, com o avô no Brasil e o neto nos Estados Unidos.
Esteban Gutierrez Sergio Pérez Fórmula 1 (Foto: Agência Getty Images)
- Com o Pérez e o Gutiérrez, este programa mostrou que deu resultados, e ter o Pietro participando dele só pode me deixar feliz. O caminho para chegar à Fórmula 1 é muito difícil, e essa oportunidade é muito importante. O Pietro vai ter seus momentos de frustração, mas é uma escola que dá a ele a chance de aprender. É um caminho muito longo. Ele esteve dois anos e meio na Nascar e foi muito bem, mas guiará um carro diferente, com peso diferente, e agora vai virar para a esquerda e para a direita – ressalta Emerson, citando os ovais norte-americanos.
Pietro concorda e frisa que a mudança radical exigirá "dedicação e determinação" na busca por resultados. Apesar de estar familiarizado com os motores potentes da Stock norte-americana, que chegam quase aos 500 cavalos, contra os cerca de 210 de um monoposto de base como o da F-Renault, ele terá que se adaptar a outros aspectos, como frenagem, reaceleração e cuidado com os toques com os outros carros nas disputas por posição. E não se incomoda com a pressão de levar o sobrenome Fittipaldi de volta ao automobilismo europeu.
Emerson Fittipaldi carros 1972 1974 (Foto: Getty Images)Emersonfoi campeão da Fórmula 1 em 1972, com a Lotus, e em 1974, com a McLaren (Foto: Getty Images)
- Sei que tem uma pressão enorme, mas tenho que criar o meu nome, Pietro Fittipaldi. Para mim é um caminho diferente. Sei que, se não for bem eu posso voltar, mas com muita dedicação e determinação vou conseguir. Tudo é uma escola. Vou aprender muitas coisas, vai ser um desafio muito difícil, mas não posso deixar passar esta grande oportunidade. Se Deus quiser, posso chegar uma dia à Fórmula 1, andando bem – analisa Pietro.
Avô e conselheiro, Emerson transmite experiência e tranquilidade
A relação de Pietro com o avô, que além de vencer dois mundiais na F-1 (em 1972 e 1974) também conquistou o título da Indy e faturou duas vezes as lendárias 500 Milhas de Indianápolis (1989 e 1993), é de admiração mútua. Experiente, Emerson tenta transmitir seus conhecimentos ao neto, mas também trabalha bastante o lado psicológico do jovem piloto.
- Ele fez uns treinos comigo na Nascar, sempre liga para me deixar calmo antes das corridas, é bem legal – conta Pietro Fittipaldi.
Emerson e Pietro Fittipaldi NASCAR (Foto: Divulgação)Avô e neto, Emerson e Pietro Fittipaldi já fizeram um treino juntos na Nascar (Foto: Divulgação)





 Nascido em Miami, o herdeiro de um sobrenome com tanta história nas pistas de todo o planeta não esconde o desejo de competir numa categoria de ponta diante da torcida brasileira. Até hoje ele correu no Brasil apenas duas vezes, em 2011 e 2013, nas duas edições mais recentes do desafio de Kart das Estrelas, em Santa Catarina.
- Moro nos EUA, mas sempre falo para meu pai: "eu gosto das meninas brasileiras". E o público brasileiro sempre me pede muito mais autógrafo do que nos EUA, então me sinto muito mais em casa no Brasil – frisa a jovem promessa brasileira.
Pietro Fittipaldi Nascar (Foto: Divulgação)Em 2011, aos 15 anos, Pietro Fittipaldi faturou o título de uma divisão regional da Nascar (Foto: Divulgação)
Nova carreira começa já em abril
Seu primeiro desafio será pela F-Renault britânica, nos dias 13 e 14 de abril, em Donington Park. A categoria é composta por 16 provas, distribuídas por seis fins de semana. Duas semanas depois, Pietro estreará na F-4, em Silverstone. O campeonato contará com oito rodadas triplas, totalizando 24 corridas. Há um único conflito no calendário entre os dois torneios, justamente nas finais, ambas programadas para 28 e 29 de setembro. Assim, o jovem piloto precisará decidir qual das competições deverá priorizar quando se aproximar das datas marcadas.
Caso Pietro chegue à Fórmula 1, será o primeiro caso na história de uma família que teve três gerações na categoria. Quem chegou mais próximo disso até hoje foram os Andretti. Campeão em 1978 com a Lotus, Mario viu o filho Michael correr ao lado de Ayrton Senna na McLaren em 1993. No começo de 2007, os dois voltaram ao box de um time de F-1 para acompanhar os testes de Marco, filho de Michael, na equipe Honda. Porém, o time japonês optou por manter Jenson Button e Rubens Barrichello, sua dupla titular na época. Emerson correu na F-1 entre 1970 e 1980. Seu irmão Wilsinho, entre 1972 e 1975. Já Christian, filho de Wilsinho, disputou as provas da categoria entre 1992 e 1994.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Novo banner criado para o blog.

                     Desenho criado em 03 e 04 de abril 2013.

Lembranças de um grande PILOTO.


Ayrton Senna

Dias atrás, o piloto alemão de Fórmula 1 Sebastian Vettel, atual campeão da categoria e líder da temporada,afirmou que Ayrton Senna (1960-1994) é sua maior referência na busca por pole positions.
Vettel, de 24 anos, tinha apenas sete anos quando Senna morreu num acidente durante o GP de San Marino, em Ímola, Itália. Passadas quase duas décadas da sua morte, Senna continua sendo um ídolo dos fãs do automobilismo.
Nos arquivos do Dedoc, que guardam mais de sete milhões de imagens produzidas para as revistas da Editora Abril, Senna é retratado em centenas de fotografias desde os tempos do kart, no final da década de 1970. Feitas sobretudo para as revistas Quatro Rodas e Placar, várias fotos são de Senna fora das pistas e outras mostram os bastidores dos boxes, como as do fotógrafo Lemyr Martins.
Alexandre Belém
1.  Ayrton Senna durante prova do Campeonato Mundial de Kart em Estoril, Portugal – 23 de setembro de 1979. (Sérgio Berezovsky)
2.  Ayrton Senna – Década de 1980. (Cláudio Laranjeira)
3.  Ayrton Senna durante prova do Campeonato Inglês de Fórmula Ford 1600 em Oulton Park, Inglaterra – 27 de junho de 1981. (Álvaro Teixeira)
4.  Ayrton Senna – 1982. (Álvaro Teixeira)
5.  Ayrton Senna ao vencer uma prova do Campeonato Inglês de Fórmula 3 – 1983. (Álvaro Teixeira)
6.  Ayrton Senna ao vencer o Campeonato Inglês de Fórmula 3 – 1983. (Álvaro Teixeira)
7.  Ayrton Senna em sua casa – 1983. (Cláudio Laranjeira)
8.  Ayrton Senna com camisa do Corinthians – 04 de janeiro de 1984. (Sérgio Berezovsky)
9.  Ayrton Senna no cockpit de um Toleman, sua primeira equipe na Fórmula 1 – 1984. (Lemyr Martins)
10.  Ayrton Senna em sua casa – 1984. (Sérgio Moraes)
11.  Ayrton Senna durante testes, para a revista Quatro Rodas, com carros nacionais em Interlagos, São Paulo – 1984. (Cláudio Laranjeira)
12.  Ayrton Senna – 1985. (Ricardo Beliel)
13.  Ayrton Senna – 1985. (Nelson Coelho)
14.  Ayrton Senna conversando com Peter Warr (chefe da equipe Lotus) e Gerard Ducarouge (projetista da Lotus) – 1985. (Lemyr Martins)
15.  Ayrton Senna preparando o seu macacão da equipe Lotus – 1985. (Lemyr Martins)
16.  Ayrton Senna no cockpit de seu Lotus durante o GP do Brasil de Fórmula 1, autódromo de Jacarepaguá, Rio de Janeiro – 23 de março de 1986. (Pedro Martinelli)
17.  Ayrton Senna, da equipe Lotus, no GP da Itália em Monza – 1986. (Lemyr Martins)
18.  Ayrton Senna em sua casa – 1986. (Lemyr Martins)
19.  Ayrton Senna e Nelson Piquet no autódromo de Jacarepaguá, Rio de Janeiro – 1986. (Jorge Meditsch)
20.  Ayrton Senna conversando com Emerson Fittipaldi – Foto sem data. (Álvaro Teixeira)
21.  Ayrton Senna no boxe da Lotus durante o GP da Hungria – 10 de agosto de 1987. (Lemyr Martins)
22.  Ayrton Senna – 1988. (Nelson Coelho)
23.  Ayrton Senna, da McLaren, comemorando a vitória no GP do Japão de Fórmula 1 e a conquista antecipada do campeonato mundial, com o companheiro Alain Prost, segundo colocado, Suzuka – 30 de outubro de 1988. (Lemyr Martins)
24.  Ayrton Senna no carro da McLaren – 1988. (Lemyr Martins)
25.  Ayrton Senna no boxe da McLaren durante o GP de Mônaco – 07 de maio de 1989. (Lemyr Martins)
26.  Ayrton Senna no cockpit de seu McLaren durante o GP da Hungria, Hungaroring – 13 de agosto de 1989. (Lemyr Martins)
27.  Ayrton Senna durante treino para o GP do Brasil no autódromo de Jacarepaguá, Rio de Janeiro – 1989. (Silvio Porto)
28.  Ayrton Senna durante treino para o GP do Brasil em Interlagos, São Paulo – 1990. (Marco de Bari)
29.  Ayrton Senna comemorando a vitória no GP do Brasil em Interlagos, São Paulo – 1991. (Antônio Milena)
30.  Ayrton Senna no GP do Brasil em Interlagos, São Paulo – 1991. (Lemyr Martins)
31.  Ayrton Senna – 1994. (Antônio Rodrigues)