sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eis o chassis da Formula E para 2014


A Formula E mostrou esta tarde no seu site o chassis para a competição que irá começar no ano que vêm. O modelo, que ainda não têm nome, será construído em parceria com a Renault e com a preparadora Spark, que irá construir os chassis para o campeonato. Para além disso, a organização também declarou que a TAG Heuer será a cronometradora oficial da competição, depois de se saber que a Michelin será a fornecedora oficial dos pneus.

A Renault e a Fórmula E compartilham o mesmo compromisso com a tecnologia inovadora e o automobilismo sustentável. Estamos muito felizes em recebê-los no campeonato como um dos sócios fundadores”, começou por declarar Alejandro Agag, o diretor da categoria.  “Não apenas a Renault é uma das principais fabricantes de automóveis do mundo, com experiência de sucesso no automobilismo, como também uma pioneira nos veículos elétricos. Ter uma fabricante deste calibre é uma grande prova do crescente apelo da Fórmula E.”, concluiu.

A Formula E começará no próximo ano em dez circuitos citadinos espalhados pelo mundo. Até agora, oito estão confirmados: Rio de Janeiro, Roma, Los Angeles, Londres, Miami, Pequim, Buenos Aires e a cidade malaia de Putrajaya. Existirão dez equipas, com dois pilotos cada e as corridas serão duplas, e ate agora, três equipas estão confirmadas, entre elas a britânica Drayson Racing, que está a construir um carro elétrico de Endurance, baseado num chassis Lola.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Honda reedita parceria histórica com a McLaren e voltará à F-1 em 2015



Equipe e montadora anunciam contrato longo e falam em 'manter legado'. Com Senna e Prost, aliança faturou todos os títulos entre 1988 e 1991


Uma das parcerias mais vencedoras da história da Fórmula 1 já tem data para ser reatada.McLaren e Honda, que entre 1988 e 1991 conquistaram quatro títulos mundiais de pilotos – três de Ayrton Senna e um de Alain Prost – e quatro de construtores, voltarão a trabalhar juntas a partir de 2015. O anúncio foi feito nesta quinta-feira em Tóquio pelo presidente da montadora, Takanobu Ito, e pelo diretor esportivo do time britânico, Marin Whitmarsh. Sem divulgar o tempo de contrato, os dirigentes informaram que se trata de um acordo de “múltiplos anos”.
McLaren-Honda de Ayrton Senna (Foto: Agência Getty Images)Parceria McLaren-Honda deu três títulos ao brasileiro Ayrton Senna (Foto: Agência Getty Images)
- Os nomes de McLaren e Honda são sinônimo de sucesso na Fórmula 1, e, para todos os que trabalham nestas empresas, o peso de nossas realizações conjuntas no passado está presente de forma intensa sobre os nossos ombros. Compartilhamos a ambição e a determinação e queremos mais uma vez tornar a McLaren-Honda uma fórmula de sucesso. Juntos, temos um grande legado, e estamos totalmente empenhados em mantê-lo – afirmou Whitmarsh, que foi a Tóquio especialmente para o anúncio.
Mudança no regulamento motivou retorno
A partir de 2014, os propulsores da categoria passarão dos atuais V8 de 2.4 litros para os V6 turbo de 1.6 litros, menos agressivos ao meio ambiente. Desde 1995, a McLaren conta com motores Mercedes, com quem tem contrato até o fim de 2014. Em 18 anos com a fabricante alemã, o time conquistou 78 vitórias, mas somente três títulos de pilotos (dois com Mika Hakkinen e um com Lewis Hamilton) e apenas um de equipes. Apesar de o contrato atual entre a equipe e a montadora alemã possibilitar a renovação, a separação é inevitável, uma vez que a Mercedes - que também fornece à Force India - está fazendo investimentos altos em seu time próprio, que já marcou duas poles neste ano, e não pretende ter um time de seu porte como cliente.
McLaren-Honda (Foto: Divulgação McLaren)Equipe competiu por cinco anos com os motores japoneses, de 1988 a 1992 (Foto: Divulgação McLaren)
O presidente da Honda reforçou que a nova proposta do regulamento técnico, mais voltado para a questão da sustentabilidade, foi um dos principais atrativos para que o retorno da montadora à categoria fosse viabilizado. Agradecendo ao presidente da FIA, Jean Todt, que é um dos grandes responsáveis por fazer a Fórmula 1 buscar medidas que deixem a categoria menos poluente e que contribuam com o desenvolvimento dos carros de rua, Takanobu Ito “poetizou” ao falar sobre o novo desafio da empresa.
- Desde a sua criação, a Honda é uma empresa que cresce, assumindo desafios em corridas. O novo regulamento da F-1, com o foco ambiental significativo, vai inspirar ainda mais o desenvolvimento e o avanço de nossas próprias tecnologias, e isso é fundamental para a nossa participação na categoria. O slogan corporativo da Honda é "o poder dos sonhos". Ele representa o nosso forte desejo de perseguir e realizar nossos sonhos, junto aos nossos clientes e fãs – disse o comandante da montadora.
Com Senna e Prost, McLaren-Honda faturou todos os títulos de 1988 a 1991 (Foto: Getty Images)


União com a McLaren marcou auge da Honda na F-1
Senna e Prost GP de Adelaide 1998  (Foto: Getty Images)A era de ouro da Honda na Fórmula 1 se deu nos cinco anos em que foi fornecedora de motores e parceira técnica do time inglês. A montadora havia obtido relativo sucesso com um time próprio entre 1964 e 1968, alcançando duas vitórias, mas acabou se retirando da categoria para retornar apenas em 1983, fornecendo para as equipes Spirit e Williams, e, posteriormente, à Lotus, onde os engenheiros japoneses trabalharam pela primeira vez com Ayrton Senna. A Honda chegou à McLaren em 1988, ajudada pela transferência do brasileiro, que passou a fazer dupla com o francês Alain Prost.
A dobradinha McLaren-Honda começou em grande estilo: o time venceu 15 das 16 corridas de 1988 e seus pilotos brigaram pelo título, com vantagem para Senna. Prost deu o troco no ano seguinte, seu último pela equipe. Já em 1990 e 1991, Senna voltou a ser campeão. O último ano da aliança entre os britânicos e os japoneses foi tímido em relação aos anteriores: somente cinco vitórias e o vice-campeonato de construtores.
Os pilotos Jenson Button e Rubens Barrichello foram chefiados por Ross Brawn na última passagem da Honda na F1 (Foto: Getty Images)Os pilotos Jenson Button e Rubens Barrichello foram chefiados por Ross Brawn na última passagem da Honda na F-1, encerrada por falta de resultados e pela crise econômica mundial (Foto: Getty Images)
Veja os números da parceria McLaren-Honda:
5 temporadas (1988 a 1992)
80 GPs disputados
53 pole positions (66%)
44 vitórias (53%)
30 voltas mais rápidas (10 delas em 1988)
8 títulos mundiais (quatro de pilotos, quatro de construtores)
Após encerrar sua parceria com a McLaren, no fim de 1992, a Honda retornou à F-1 no fim da década de 1990, como parceira da Jordan. A montadora tentou se firmar como construtora a partir de 2006, após a compra da equipe BAR, de quem era parceira desde 2000. Porém, os resultados foram muito abaixo dos esperados, e a fabricante japonesa deixou a categoria em 2008 devido à crise econômica mundial, que afetou as operações de sua linha de montagem e causou demissões em seu quadro de funcionários
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terça-feira, 14 de maio de 2013

Tijuca lança enredo de 2014 para 'levar Senna ao pódio mais uma vez'


Desfile do carnaval 2014 homenageia os 20 anos da morte do piloto
No dia 1º de maio de 1994, o Brasil e o mundo choraram quando Ayrton Senna morreu após o fatídico acidente na curva Tamburello, durante o GP de San Marino, em Ímola. Em 2014, vinte anos depois, a tricampeã do carnaval carioca, Unidos da Tijuca promete fazer com que o tricampeão mundial de Fórmula 1 novamente emocione a todos.
- A gente está numa disputa e quer levar Ayrton ao pódio mais uma vez - disse o carnavalesco Paulo Barros, também homenageado pelo aniversário de 51 anos nesta terça-feira.
A agremiação lançou oficialmente o enredo "Acelera, Tijuca", na Cidade do Samba, zona portuária do Rio de Janeiro. O evento contou com a presença da presidente do Instituto Ayrton Senna (IAS), Viviane Senna, irmã do piloto, do presidente da escola, Fernando Horta, e de Paulo Barros, que prometeu emocionar os fãs de automobilismo na Marquês de Sapucaí.
Tijuca Ayrton Senna - Paulo Barros e Viviane Senna (Foto: Felipe Siqueira)Paulo Barros observa capacete trazido por Viviane Senna (Foto: Felipe Siqueira)
Famoso pela forma ousada e criativa de contar os enredos na passarela, Barros já adiantou que vai fugir do usual mais uma vez. Ele explicou que não pensa em contar a vida do piloto na avenida, mas sim explorar as sensações provocadas pelo ídolo nas pessoas.
- O caminho é ser diferente. Arrepio, sensação, velocidade e emoção. É disso tudo que o enredo vai tratar. A figura dele através destas sensações. Não vamos contar a vida dele, vamos mostrar as sensações provocadas por um grande ídolo, um mito. O resto é segredo - disse Barros.
Tijuca Ayrton Senna - Paulo Barros e Viviane Senna (Foto: Felipe Siqueira)Paulo Barros e Viviane Senna conversam durante evento na Unidos da Tijuca (Foto: Felipe Siqueira)
Viviane Senna entrou no ritmo do samba e arriscou passos com integrantes da escola ao som de um grupo de pagode que tocou também o "Tema da Vitória", eternizado nas transmissões da TV Globo nos triunfos de Ayrton. Ela ainda conversou com Julinho e Rute, novo casal de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação. Sem esconder a felicidade com a homenagem ao irmão, Viviane Senna confia que a Tijuca vai conseguir passar, na avenida, a emoção que Senna passava nas pistas. No primeiro encontro com Paulo Barros, a irmã do piloto contou como começou a paixão de Ayrton pelo automobilismo e mostrou para o carnavalesco uma coleção com as miniaturas de todos os capacetes usados pelo tricampeão.
- É uma super-honra, uma alegria. Não podia estar em melhores mãos. Tenho certeza que vai ser uma coisa inesquecível. O que o Paulo e o Horta estão falando é uma coisa que expressa o que as pessoas sentem no Brasil. É conexão de coração. Não é uma coisa racional. É algo que vem de dentro. Acho que o Ayrton pegava as pessoas assim e elas nem sabiam por quê. Ele era tricampeão, mas há muitos tricampeões. Ele era um cara veloz, mas tem muita gente também muito boa. Mas ele tinha algo a mais. Uma coisa misteriosa.Vai completar 20 anos e parece que foi ontem. Essa coisa da memória afetiva que vai além do tempo e do espaço. O Ayrton conquistou não os corações brasileiros, mas do mundo inteiro - declarou Viviane.
Tijuca Ayrton Senna - Paulo Barros e Viviane Senna (Foto: Felipe Siqueira)Paulo Barros com a coleção de capacetes em miniatura (Foto: Felipe Siqueira)

 

McLaren pode adotar clássica pintura laranja a partir da próxima temporada


Com saída de principal patrocinador em 2014, equipe britância estuda retomar uma das primeiras cores do time. Em 2006, time usou laranja em testes
A McLaren cogita retomar a clássica cor laranja, com a qual ganhou suas primeiras corridas na Fórmula 1 no fim da década de 1968, com seu fundador, o neo-zelandês Bruce McLaren, e seu compatriota Denny Hulme. Quem abriu a possibilidade foi o próprio chefe da equipe, Martin Whitmarsh, ao ser perguntado se há a possibilidade do retorno do tom alaranjado nos carros no próximo ano em razão da saída da principal patrocinadora do time, a empresa telefônica Vodafone.
Denny Hulme McLaren 1969  (Foto: Getty Images)Denny Hulme guia a McLaren M7A de cor laranja durante GP da Holanda de 1969 (Foto: Getty Images)
 Realmente gostei da idéia. Laranja é uma ótima cor, especialmente para a McLaren. Nós costumamos usá-la em corridas de GT, parece ótima, e continuaremos nessa direção. Fórmula 1 é um pouco diferente. O modelo de negócio é uma das principais tarefas da equipe para promover as marcas dos parceiros. Mas se tivermos sorte de encontrar um patrocinador que goste de laranja, poderemos ver essa cor novamente na F-1 – afirmou.
Os carros da tradicional escuderia inglesa possuem pintura cinza cromada desde 1997, após o fim da parceria com a marca de cigarros Marlboro, que eternizou a vitoriosa combinação vermelho e branco de 1970 a 1990, de títulos de Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Alain Prost, James Hunt e Niki Lauda. O atual prateado tem forte ligação com a Mercedes, fornecedora de motores do time há quase duas décadas. Porém, a montadora alemã possui uma equipe própria na F-1 desde 2010 e na cor de seus carros resgatou a mística das “Flechas de Prata”, sucesso em sua primeira passagem na categoria na década de 1950.
McLaren usa a cor laranja em alguns carros em competições de GT (Foto: Divulgação)McLaren usa a cor laranja em alguns carros em competições de GT (Foto: Divulgação)
Em 2006, durante a pré-temporada em Barcelona, a McLaren utilizou a cor laranja em seus carros de forma provisória, em razão do fim do patrocínio da empresa de cigarros West. Porém, no campeonato, decidiu seguir com a pintura prateada. A equipe britânica competiu de forma oficial com carros alaranjados de 1967 (um ano após a entrada na F-1) até 1972. Atualmente, a montadora costuma usar o laranja em algumas competições de GT (carros de turismo), além de em alguns modelos de carro de rua.
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Kimi Raikkonen pilota McLaren laranja em 2006. Equipe adotou a cor provisoriamente durante testes da pré-temporada (Foto: Getty Images)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Lewis Hamilton: 'Piloto do jeito que imagino que Ayrton Senna pilotava'


Fã do brasileiro tricampeão, inglês da Mercedes conta que gostaria de ter guiado nos tempos de Senna: 'Aquela época teria extraído muito mais de mim'

Capacete de Lewis Hamilton é inspirado no de Ayrton Senna (Foto: Getty Images)Capacete de Lewis Hamilton é inspirado no do
ídolo Ayrton Senna 
As cores amarela, verde e azul em seu capacete não são por acaso. Lewis Hamilton sempre deixou claro que Ayrton Senna é sua grande referência nas pistas. Campeão mundial de 2008 pela McLaren, o inglês de 28 anos, hoje na Mercedes, deixou clara toda a sua idolatria ao brasileiro tricampeão, em uma entrevista especial ao jornal britânico “Daily Mail”. Hamilton contou que se inspira no modo de Ayrton pilotar e admitiu que gostaria de ter guiado naquela época.
- Eu guiei um carro de Ayrton Senna, o de 1989, por algumas voltas em Silverstone. Foi uma das melhores experiências que já tive. Senna, Gilles Villeneuve, eles eram muito parecidos. Foi isso que eu adotei, quero ser igual a eles. E acho que piloto do jeito que imagino que Senna pilotava. É o único modo que conheço. Eles foram os melhores. E eu quero dominar as coisas como eles.
Gostaria de ter pilotado na época de Ayrton Senna"
Lewis Hamilton
Com 28 anos e um título mundial no currículo, Hamilton ainda tem muito o que provar e conquistar para chegar a um patamar próximo de seu ídolo Senna. Mas seu desejo de guiar igual a Ayrton não é ambição ou prepotência, e sim um mergulho que ele faz na chamada “Era de ouro” da Fórmula 1, sua preferida. O que o britânico realmente gostaria, é de ter pilotado naquela época. Tempos mais perigosos, sim, mas que, segundo Hamilton, exigiam mais dos pilotos.
- Se eu tivesse que escolher uma era, eu gostaria de ter pilotado na época de Senna, em 1988, 1989. Os carros eram mais perigosos. Quando dei uma volta em Silverstone com aquele carro, senti minha cabeça tão exposta e pensei: “Jesus, esses caras...” - brincou.
Lewis Hamilton teve o privilégio de guiar a McLaren pilotada por Ayrton Senna em 1989 (Foto: Reprodução)Hamilton não escondeu a felicidade quando teve o privilégio de guiar a McLaren MP4/4, de 1989, pilotada pelo ídolo Ayrton Senna. Oportunidade foi dada pelo programa britânico 'Top Gear'  
Lewis admite que é fã da adrenalina provocada pela insegurança e o perigo da F-1 do passado:
- Para mim, tem que ser perigoso. Se tirarem o perigo da Fórmula 1, eu não correria mais. Mas ainda é perigoso o suficiente. Quando dou uma volta no limite no treino classificatório, é realmente perigoso - comentou.
Hamilton aponta as diferenças da Fórmula 1 de hoje com os carros de antigamente
O britânico destaca que os carros e os circuitos, antigamente, não davam margem para nenhum tipo de erro, diferentemente dos dias de hoje. Para fazer essa comparação, ele usa seu contemporâneo Sebastian Vettel (RBR) como exemplo.
- O Vettel, hoje, sempre passa com o carro sobre a grama sintética e um pouco além da zebra, ultrapassando a linha branca – o que não é realmente permitido, mas deixam ele impune. Na época de Senna, se ele pusesse um pé além da zebra, ele iria na grama, rodaria e seria penalizado. Era preciso guiar no limite, e eu respeito mais esse estilo de pilotagem. Hoje, se você sair da pista, você volta, porque os circuitos modernos tem grandes áreas de escape asfaltadas. Elas costumavam ser de brita, e se você a atingisse, seu carro seria danificado ou ficaria preso – destaca, citando as caixas de brita. Curiosamente, foi um abandono em uma área de escape desse tipo, localizada na entrada dos boxes, no GP da China de 2007, a principal razão da perda de seu título naquele ano.
Sebastian Vettel passa na grama sintética durante o treino classificatório para o GP da China (Foto: Getty Images)Vettel passa na grama sintética durante o treino classificatório para o GP da China 
Aquela época teria extraído muito mais de mim."
Lewis Hamilton








Dos tempos de Senna para cá, a segurança e a tecnologia na Fórmula 1 evoluíram muito. Os carros possuem muitos aparatos eletrônicos que facilitam a vida dos pilotos. A troca de marcha, por exemplo, é feita no volante. Os circuitos, como Hamilton destaca, são mais complacentes com os erros. O britânico ressalta que a evolução na segurança é algo positivo, mas admite que os tempos de outrora provocavam mais adrenalina nos pilotos. Assim, ele cita as pistas de rua como as oportunidades de sentir o gostinho da F-1 antiga.
- Por isso que eu amo circuitos de rua como Mônaco. Não há espaço para erros. E se você comete um, você paga. Eu não quero ver pessoas pagando se machucando, mas sim perdendo tempo ou abandonando. Isso é corrida. É por isso que admiramos tanto os caras daquela época. Eu acho bom os carros serem mais seguros hoje. Mas naquela época, eles eram mais crus. Eles tinham a alavanca de câmbio. Você vê vídeos de Senna em Mônaco e ele tinha que pilotava apenas com uma mão. Isso era muito legal!
Ayrton Senna e Alain Prost em um dos lendários duelos da Fórmula 1 em 1989 (Foto: Getty Images)Hamilton gostaria de ter guiado no fim da década de 1980, época dos lendários duelos Senna x  Prost  








Dono de um estilo de pilotagem mais agressivo e arrojado, Hamilton acredita que seu modo de guiar combina mais com aquela época do que com os dias de hoje.
- Eu acho que aquela época teria extraído muito mais de mim. Agora tudo é tão técnico, sentar e guiar falando sobre sistemas hidráulicos. O desafio hoje é diferente, é mais um desafio técnico. Eu preciso dissecar cada pedaço de informação sobre pneus, pressão aerodinâmica, economia de combustível e ainda me preocupar com os outros pilotos. Tenho centenas de botões, 26 no meu volante. Para entender e usar todos eles, é uma ciência em si - destaca.
Capacete de Lewis Hamilton na época da McLaren era ainda mais parecido com o de Ayrton Senna  (Foto: Getty Images)Capacete de Hamilton na época da McLaren era ainda mais parecido com o de Senna 
Fonte: globo.com

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Depois de vencer no Bahrein, Vettel segue para Rússia e promove circuito


Líder do campeonato, alemão da RBR visita parque 
olímpico de Sochi, onde está sendo construído pista que 
sediará etapa da F-1 a partir de 2014

Sebastian Vettel
 mal teve tempo de comemorar a vitória no GP do Bahrein deste domingo. No mesmo dia, o jovem alemão da RBR pegou o avião e seguiu para a Rússia. Nesta segunda-feira, ele visitou o parque olímpico de Sochi, onde está sendo construído o circuito que receberá a Fórmula 1 nos próximos anos.
Vettel evento circuito F1 Sochi (Foto: AFP)Vettel visita obras do circuito de Sochi, construído em meio ao Parque Olímpico (Foto: AFP)
                                                                                    
Em companhia com o ex-piloto David Coulthard e de autoridades locais, o jovem tricampeão posou para fotos com a planta do circuito e com um carro da RBR. Em seguida, deu uma volta com Coulthard, a bordo de um carro de passeio que leva seu nome, produzido pela patrocinadora de sua equipe.
- Após experimentar uma seção da pista, posso ver que vai ser um circuito divertido de guiar um carro de F-1. A localidade é muito impressionante. Estou ansioso para voltar para o GP no próximo ano – disse o tricampeão.
A expectativa é que a pista entre no calendário da F-1 no ano que vem, com uma etapa a ser realizada em novembro. O circuito está sendo construído no complexo esportivo que receberá os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro de 2014.
Vettel evento circuito F1 Sochi (Foto: AFP)Alemão posa com carro da RBR em parque olímpico de Sochi (Foto: AFP)
Após quatro etapas, Vettel lidera a temporada 2013 com 77 pontos, dez a mais que Kimi Raikkonen (Lotus). A F-1 segue agora para a chamada “temporada europeia”. O próximo desafio é o GP da Espanha, de 10 a 12 de maio. A TV Globo transmite ao vivo a corrida e o treino classificatório
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

RUSH


Os outros personagens de "Rush"

O trailer de "Rush", lançado hoje, fez com que esta fosse a melhor oportunidade para falar sobre as personagens secundárias do filme realizado por Ron Howard e escrito por Peter Morgan, e cuja estreia mundial acontecerá a 20 de setembro. Se todos sabem que Daniel Brühlvai ser Niki Lauda e Chris Helmsworth será James Hunt, outras personagens secundárias aparecerão neste filme, a preencher os papéis das pessoas que fizeram parte deste tempo, desta história. Algumas são algo conhecidas, outras só são famosas nos seus países, e ainda não se sabem quem serão as pessoas que - se é que aparecerão - nesta história.

Assim sendo, começo por Pierfrancesco Favino. O ator italiano é conhecido dos filmes de Ron Howard como "Anjos & Demónios", e ele interpretará o papel de Clay Regazzoni, o companheiro de Lauda na BRM, em 1973, e depois na Ferrari, entre 1974 e 1976. Depois temosChristian McKay, um promissor ator inglês que fará o papel de Alexander,Lord Hesketh, o homem que dá a Hunt o seu primeiro carro na Formula 1 e cujo estilo de vida fez com que colocassem os holofotes sobre a equipa, que correu entre 1973 e 1976, conseguindo uma vitória no GP da Holanda de 1975. McKay, de 39 anos, tornou-se conhecido em 2008 por fazer de Orson Welles no filme de Richard Lintaker, "Me and Orson Welles". E por causa disso, McKay recebeu uma nomeação para os BAFTAS, os prémios do cinema britânico.

Há mais outras personagens secundárias: o ator francês Xavier Laurentserá Patrick Depailler, que em 1976 era um dos pilotos da Tyrrell P34, o carro de seis rodas que a equipa desenhou. Laurent aparecerá mais tarde este ano no filme "The Monuments Man", produzido e realizado porGeorge Clooney, onde se trata de um grupo de homens do Exército Americano cujo objetivo é de encontrar a arte roubada pelos nazis na II Guerra Mundial.

Mais dois atores italianos, Alessandro de Marco e Ilario Calvo, serão respectivamente, Daniele Audetto e Luca di Montezemolo. A personagem de Alastair Caldwell, o diretor desportivo da McLaren, será interpretada por Steve Mangan, e um finlandês, Antti Hakala, será Hans-Joachim Stuck, e até há um ator nipo-americano, Zack Eisaku Niizato, que fará o papel de Masahiro Hasemi.

Ainda faltam imensas personagens, e provavelmente não serão preenchidas, dado que será uma história sobre o duelo entre Lauda e Hunt. Mas creio que há duas personagens que não foram cobertas, ou do qual nada ouvi ainda: Enzo Ferrari e Teddy Mayer. Estarão no filme? E se sim, terão papel de relevo? 

Só em setembro saberemos tudo.

domingo, 7 de abril de 2013

Exposição VELOCULT.

Fotos feitas no dia 07/04/2013, no shopping PARK CAMPO GRANDE.
Fantástica exposição, parabéns aos organizadores.
Só em poder está proximo à estes veiculos, já valeu!!!!!





































Espero poder ver o mais breve possivel em outras exposições deste genero.