terça-feira, 2 de abril de 2013

Com capacetes de Senna a Vettel, Barrichello coleciona histórias da F-1


Recordista de GPs disputados na categoria, piloto brasileiro conta o que há por trás dos 'cascos' que decoram a sala de sua casa, em São Paulo

De bem com a vida e revisitando sua carreira após 19 anos de Fórmula 1,Rubens Barrichello deu uma entrevista franca e reveladora ao Esporte Espetacular, no último domingo, sobre as alegrias e tristezas vividas nas pistas. No apartamento em que guarda muitos de seus troféus, o piloto também ostenta uma diversificada coleção de capacetes em sua sala de estar. Coleção esta que ele apresentou a Tande, ao abrir as portas de sua casa para os telespectadores do programa.
Entre modelos usados por ele próprio desde os tempos do kart, há também aqueles que foram presenteados por colegas das pistas, como Tony Kanaan, Dario Franchitti e Marco Andretti, da Fórmula Indy, além de Fernando AlonsoMichael SchumacherJenson Button, Jarno Trulli, Mark Webber e Sebastian Vettel, da Fórmula 1. O atual tricampeão mundial, que tem o costume de guardar todos os seus capacetes, deu seu “casco” a Barrichello após vencer uma corrida na China.
Rubens Barrichello Tande Esporte Espetacular Fórmula 1 (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)Coleção de Barrichello reúne grandes nomes da F-1 (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)
                                           Ele nunca tinha feito isso, de trocar, porque ele para de usar os capacetes com os quais ganha corrida, já que depois ele muda a pintura. Até é um estilo diferente, as pessoas tendem a não reconhecê-lo pelo capacete, pois ele vai sempre mudando. Mas um que muita gente me pergunta é o do Schumacher. Não importa, o cara é um dos melhores pilotos da história, merece estar por aqui, junto dos meus capacetes – explica Barrichello.
pole vettel rbr gp da china (Foto: agência Reuters)Vettel deu uma capacete de presente a Barrichello
após uma vitória na China (Foto: agência Reuters)
Recordista de participações na Fórmula 1, com 325 corridas disputadas, Rubinho confessa que, aos 40 anos, não se enxerga mais na categoria. Embora brinque dizendo que voltaria caso fosse chamado, ele admite que não se preparou para uma despedida. Mas revela: na prova que encerrou a temporada 2011, sentiu que poderia estar dando adeus ao “circo” e recolheu autógrafos de todos os companheiros de grid em um capacete seu, alegando que a renda obtida com seu leilão seria destinada ao IBK, entidade filantrópica que mantém em sociedade com seu amigo de infância e também piloto, Tony Kanaan.
- Esse aqui, na minha última corrida de Formula 1 eu peguei a assinatura de todos. Todos, cara. Eu quis mesmo. Comecei falando que era para o instituto, porque isso aqui deve ter um valor muito grande. Mas eu preferi dar a grana para o instituto e manter essa memória da ultima corrida, com todas as assinaturas. Só que eu não achei que era minha última corrida. Faltou uma despedida. Minha fase na F-1 já passou, mas se alguém tiver uma dor de barriga ali no grid eu pego na hora. Pelo prazer e pela paixão – afirma, sorridente.
Rubens Barrichello Tande Capacete assinado Esporte Espetacular Fórmula 1 (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)Rubens Barrichello mostra a Tande o capacete assinado por todos os pilotos presentes em sua última corrida na Fórmula 1, no GP do Brasil de 2011 (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)
Relação de admiração com Ayrton Senna
Fã declarado de Ayrton Senna e ajudado pelo tricampeão mundial no começo da carreira, Rubinho possui um capacete que é uma réplica da primeira pintura usada por Senna, da época em que ainda era um jovem kartista. O desenho – criado pelo lendário designer Sid Mosca, que morreu em 2011 – foi reproduzido em uma série limitada, pintada pelo próprio artista.
Réplica do capacete de Ayrton Senna na época do kart, pintada por Sid Mosca (Foto: Divulgação)Réplica do capacete de Ayrton Senna na época do kart,
pintada por Sid Mosca (Foto: Divulgação)
- O Sid era um grande pintor e fez todos os meus capacetes. Eu me lembro, aos 4 anos de idade na arquibancada do kartódromo de interlagos, uma corrida do Ayrton aonde ele estava com esse capacete. É um “troféu” que eu tenho em casa, que é uma bela de uma memória.
Mas esta não é a única recordação de Senna que Barrichello guarda em sua casa. O piloto de 40 anos tem um capacete que foi feito sob medida para o tricampeão, porém jamais usado pelo competidor. Isso porque Senna acabou renovando com a fornecedora que já fazia seus “cascos” na Fórmula 1, deixando os modelos criados pela outra fábrica, que fazia os de Barrichello, intactos. Isso até Rubinho descobrir a existência deles.
Rubens Barrichello Tande Capacete Ayrton Senna Esporte Espetacular Fórmula 1 (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)Tande observa o capacete feito para Ayrton Senna (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)








- Eu fui até o Japão pra conhecer a fábrica que fornecia para mim e aí tinha dois capacetes desses. Eles me falaram que fizeram para o Ayrton, mas infelizmente ele optou por outra companhia e não correu com esses. Mas só pelo fato de ter sido feito para ele, e os japoneses tinham um carinho tão grande por ele, eu pedi pra mim, porque tem uma energia japonesa muito forte. O cara que pintou isso fez pra ele. É um pedacinho dele que eu guardei pra mim – conta Barrichello.
Reprodução da tatuagem "Fé" no capacete de Rubens Barrichello (Foto: Alexander Grünwald / GLOBOESPORTE.COM)Fé no casco: reprodução da tatuagem no capacete
(Foto: Alexander Grünwald/ GLOBOESPORTE.COM)
Fé e família em alta velocidade
Entre os muitos capacetes que usou ao longo de mais de três décadas nas pistas, do kart à Stock Car, Barrichello coloca alguns em desataque. Um deles carrega uma reprodução da tatuagem que ele fez há alguns anos no braço direito – uma alusão aos filhos e também à sua dedicação ao mundo da velocidade.
- É o F de Fernando e o E de Eduardo, que são meus filhos. E quando eu fui fazer a tatuagem, queria que ela tivesse um sentido que pudesse me lembrar não somente os meus filhos. O cara falou: “isso é muito fácil, põe um acento aí e fica FÉ. Você tem fé?” Pô, é o que eu mais tenho. Eu tive muito orgulho de colocar isso no braço – frisa.
O próximo desafio de Barrichello nas pistas está previsto para o dia 28 de abril, durante a terceira etapa da temporada 2013 da Stock Car. Mais uma oportunidade para o piloto acelerar com fé rumo ao seu primeiro pódio na maior categoria do automobilismo brasileiro.

terça-feira, 26 de março de 2013

Insatisfeito com Interlagos, Bernie sonha com volta da Fórmula 1 ao RJ



Chefão da F-1 sondou prefeito sobre possibilidade de corrida no ano das Olimpíadas de 2016. Cidade perdeu autódromo e nova pista não tem previsão


Bernie Ecclestone fórmula 1 (Foto: Agência EFE)Bernie Ecclestone, chefe da Fórmula 1 (Foto: EFE)
Poucos meses depois de o Rio de Janeiro perder, definitivamente, o Autódromo de Jacarepaguá, os fãs cariocas de automobilismo recebem, enfim, uma notícia animadora. Se depender do chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, a cidade poderia voltar a receber a categoria em um futuro breve. Insatisfeito com a estrutura de Interlagos, o dirigente revelou ter sondado o prefeito do Rio, Eduardo Paes, para uma possível realização da prova em 2016, no mesmo ano que a cidade sedia os Jogos Olímpicos.
- Eu estou insatisfeito com São Paulo há um longo tempo. É um super circuito, mas as instalações precisam de uma grande transformação. Podemos estar no Rio no ano olímpico. O prefeito me disse que pode fazer isso. Mas sei o quanto já foi difícil para Londres executar somente a Olimpíada – disse Ecclestone ao jornal britânico "The Mail on Sunday", lembrando do palco dos últimos jogos, na capital inglesa.
Palco de dez GPs da Fórmula 1 entre 1978 e 1989, além de outras grandes categorias do esporte a motor, como Indy e Motovelocidade, Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, foi demolido neste ano, para dar lugar ao Parque Olímpico dos Jogos de 2016.
Terreno onde ficava o autódromo do Rio (Foto: Reprodução SporTV)Histórico Autódromo de Jacarepaguá está totalmente demolido  (Foto: Reprodução SporTV)








O acordo inicial entre as autoridades cariocas e a Confederação Brasileira de Automobilismo previa que um novo circuito, no bairro de Deodoro, fosse construído, antes mesmo da demolição de Jacarepaguá. Mas até hoje, em razão de diversos impasses, as obras sequer foram iniciadas. O terreno, inclusive, serviu durante mais de 60 anos a treinamentos militares e precisa ser “descontaminado”  devido à possibilidade  de existência de explosivos não detonados no solo. Segundo o Ministério do Esporte, o projeto do novo circuito deve ser finalizado até o fim de março, e a licitação ficará pronta até junho. As obras, contudo, não possuem data para começar.
Projeto do circuito para o novo autódromo do Rio de Janeiro, em Deodoro (Foto: Divulgação)Obras para nova pista em Deodoro sequer começaram (Foto: Divulgação)

 

segunda-feira, 25 de março de 2013

O que acontece durante o pit stop de um Fórmula 1? [ilustração]


Aproximadamente 20 mecânicos trabalham juntos para trocar quatro pneus e devolver o carro à pista em poucos segundos. Descubra como acontece todo esse processo.


Infográfico - O que acontece durante o pit stop de um Fórmula 1? [ilustração]




Hamilton brinca após gafe em box da McLaren: 'Equipes se parecem muito'


Em 2ª corrida pela Mercedes, britânico se confunde e tenta fazer pit stop na ex-equipe, que faz piada: 'Fique à vontade para dizer 'oi' a qualquer hora' 




Foram seis anos de McLaren até Lewis Hamilton buscar novos ares naMercedes. Mas a força do costume fez o campeão mundial em 2008 protagonizar uma cena hilária em sua segunda corrida pelo time alemão. No GP da Malásia deste domingo, vencido de forma polêmica por Sebastian Vettel (RBR), o britânico tentou entrar nos boxes da McLaren para fazer seu primeiro pit stop. Os mecânicos da escuderia inglesa logo perceberam o erro e abriram caminho para seu ex-piloto seguir em frente e ir para o espaço correto, da Mercedes. Apesar da “gafe”, Hamilton ainda subiu ao pódio em Sepang, em terceiro. Após a prova, o piloto brincou com o erro.
- Não sei o que aconteceu! Por anos eu entrava nos boxes da McLaren para fazer o pit stop. As equipes se parecem muito. Foi um erro fácil e espero que não ocorra novamente. Não sei como errei nisso. Peço desculpas ao meu novo time – disse.
Hamilton pagando mico (Foto: TV Globo)Hamilton entra nos boxes da McLaren e mecânicos abrem caminho para piloto da Mercedes (Foto: TV Globo)
 A McLaren também fez piada com o incidente. Logo após o episódio, a equipe brincou com a situação em sua conta oficial no twitter.
- Sinta-se à vontade para aparecer e dizer "oi" a qualquer hora, Lewis Hamilton! – publicou.
McLaren faz piada com gafe de Lewis Hamilton no GP da Malásia (Foto: Reprodução)McLaren faz piada com gafe de Lewis Hamilton no GP da Malásia (Foto: Reprodução)
                                                                                                                      




A cantora Nicole Scherzinger, que vira e mexe o acompanha o namorado Hamilton nas corridas, fez uma cara impagável ao ver o erro do amado.
FRAME - Nicole Scherzinger GP da malásia (Foto: TV GLOBO)Cantora Nicole Scherzinger toma susto com erro do namorado no GP da Malásia (Foto: TV GLOBO)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Japonesa constrói carro de Fórmula 1 todo de papelão para filho de 5 anos

Modelo inspirado pelo RB9 de Sebastian Vettel, da RBR, impressiona pelo capricho na fidelidade da pintura e nos detalhes de aparatos aerodinâmicos

Qual fã de velocidade nunca sonhou em chegar perto de um carro de Fórmula 1. Uma mulher japonesa teve uma idéia interessante para fazer seu filho de 5 anos sentir um gostinho parecido ou, pelo menos, se divertir bastante. Ela construiu uma réplica do novo carro da RBR do tricampeão Sebastian Vettel para seu filho brincar. O modelo é todo feito de papelão e tem um tamanho reduzido, comparado ao original, o RB9. O resultado final impressiona pelo capricho.Tanto nos detalhes aerodinâmicos, quanto na fidelidade da nova pintura roxa da RBR. O menininho fã de Vettel até posou para as câmeras fazendo o clássico sinal de "nº 1", marca registrada do alemão.
 
carro de F1 feito de papelão (Foto: Reprodução)
carro de F1 feito de papelão (Foto: Reprodução)
 
Detalhes do carro da RBR feito de papelão (Foto: Reprodução)
O carrinho ainda pode ser dobrado em três partes para ser guardado, quando o pequeno nipônico cansar de brincar. A japonesa usou fotos e gráficos em 3D para elaborar a réplica. Ela demorou menos de um mês para construir a réplica, já que o RB9 foi lançado no dia 3 de fevereiro.

sebastian vettel RBR testes Barcelona (Foto: Agência EFE)
 
Sebastian Vettel em ação com o novo RB9, nos testes de pré-temporada da Fórmula 1(Foto: EFE)

Não é a primeira vez que a mulher fez um carro de Fórmula 1 de papelão para o filho. No início do ano passado, ela havia construído um modelo baseado no RB8, com o qual Sebastian Vettel sagrou-se tricampeão no fim do ano.


carro de F1 feito de papelão (Foto: Reprodução)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Quando a Fórmula 1 voava baixo

Isso sim era pilotar!!!!!!!!!!!!!


A avançada tecnologia de hoje da Fórmula 1 mantém os carros colados ao chão praticamente o tempo todo, graças aos constantes e minuciosos ajustes eletrônicos. E as pistas às vezes se parecem tapetes padronizados à beira da chatice. Em tempos de mais mecânica e menos computador, não era assim. E algumas fotos reunidas em um post do blog Iso 50 nos lembram disso: nos anos 1960 e 1970, as máquinas de F-1 realmente decolavam do asfalto no antigo e complicado circuito de Nürburgring, na Alemanha.


Nürburgring não era um autódromo. Era um circuito composto por trechos de estradas que cortam uma floresta (clique na foto ao lado para ver o mapa do circuito em tamanho maior).
Portanto, sendo a adaptação de uma estrada, tinha lombadas, defeitos de asfalto, descidas e subidas repentinas, e curvas fechadíssimas.
O traçado estabelecido para corridas de F-1 tinha quase 23 quilômetros, muitos pontos cegos para câmeras de filme e TV, e as corridas tinham apenas 14 voltas (embora a quilometragem total da prova fosse similar às de outros GPs da temporada), cada uma durando mais de 7 minutos.
Enfim, era mais um desafio à destreza dos pilotos que entretenimento para o público.


O escocês Jackie Stewart, tricampeão mundial em 1969/71/73, chamava a pista traiçoeira de “O Inferno Verde”, por causa da floresta. Na foto acima e na de baixo, podemos ver Stewart voando com dois carros diferentes (um Matra em 1969 e um Tyrrell em 1973).


O velho e extenso circuito de Nürburgring foi usado na F-1 de 1950 até o GP da Alemanha de 1976, quando o então campeão mundial Niki Lauda quase morreu depois de bater em outro carro e ficar preso em sua Ferrari em chamas. Na foto a seguir, Lauda voando naquele fim de semana dramático.


O desastre, para o qual os problemas da pista contribuíram, e a demora no atendimento médico causada pela dificuldade de acesso a vários pontos foram determinantes para exterminar o velho Nürburgring do calendário. Até o acidente de Lauda, 51 pilotos de várias categorias tinham morrido no “Inferno Verde”.
O circuito foi reformulado, reduzido, deixado com cara de autódromo construído dentro de normas de segurança mais rígidas. E assim os Fórmula 1 deixaram de voar de verdade.

Belos carros

LIGIER JS11

O adorável carro de hoje é outro representante da geração “efeito-solo”, que fez história no final da década de 70. O Ligier JS11 concebido por Gérard Ducarouge. Competiu com as cores azuis, tradicionais do time francês de Guy Ligier nas temporadas de 1979 e 1980, provando-se uma máquina muito competitiva, com suas graciosas linhas e seu simpático esquema de pintura.
Ligier JS11, com suas cores azuis e o patrocínio da Gitanes.
Pilotado por Jacques Laffite, o carro ganhou as duas primeiras corridas da temporada 1979 e levou a equipe francesa a permanecer na disputa durante toda a temporada, com Patrick Depailler ganhando também uma corrida na Espanha.
O time francês concluiu o ano de 79 em terceiro na tabela de Construtores, atrás apenas de Ferrari e Williams no campeonato de construtores.
Desenho em arte do JS11.Depailler acabou sofrendo um acidente com asa-delta e no meio da temporada substituído por Jacky Ickx
Para 1980, o JS11 foi atualizado com uma melhor aerodinâmica. O time substituiu definitivamente Depailler por Didier Pironi. Mais uma vez o carro foi rápido e competitivo, e outra vez esbarrou na concorrência mais forte da Williams e agora da Brabham, com Alan Jones conquistando o campeonato pelos carros do tio Frank.
Mesmo assim, a equipe ainda teve duas vitórias, e certamente teria tido mais, mas ao longo do ano estranhas falhas de suspensão levaram o time a descobrir que a pressão aerodinâmica gera pelo projeto havia excedido o limite do razoável.
O carro gerava tanta carga de downforce, que a suspensão e os pneus simplesmente não resistiam à corrida toda, cedendo e levando a quebras perigosas.

 
 
 
 
 
 
 
 
Ligier JS11, com suas cores azuis e o patrocínio da Gitanes, sendo perseguido pela Coopersucar de Emerson Fittipaldi.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Só sobrou a história.

Autódromo de Jacarepaguá já está totalmente demolido Imagens aéreas mostram que circuito foi completamente removido para ceder espaço para o futuro Parque Olímpico dos Jogos do Rio 2016
Terreno onde ficava o autódromo do Rio (Foto: Reprodução SporTV)O principal palco do automobilismo carioca nos últimos 46 anos teve o seu fim definitivo. Imagens aéreas realizadas nesta terça-feira mostram que o Autódromo de Jacarepaguá, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, já foi completamente desmontado. No local, será construído o Parque Olímpico dos Jogos do Rio 2016.

Terreno onde ficava o autódromo do Rio.

O autódromo recebeu sua última corrida em 28 de outubro do ano passado e será substituído por um novo, a ser construído em uma área cedida pelo Exército, no bairro de Deodoro. Segundo o Ministério do Esporte, o projeto do novo circuito deve ser finalizado até o fim de março, e a licitação ficará pronta até junho. As obras, contudo, não possuem data para começar.
Até lá, a Federação de Automobilismo do Rio de Janeiro vai promover corridas em Minas Gerais. A prefeitura do Rio promete ajudar os pilotos com transporte dos carros, passagens e hospedagem.


 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Última a lançar novo carro, Williams apresenta FW35 em Barcelona

Equipe havia sido a única a andar com modelo antigo na primeira sessão de testes em Jerez. Apesar de ser uma evolução, FW35 traz diversas mudanças

Pastor Maldonado, Valtteri Bottas e Susie Wolff apresentam novo carro da Williams, o FW35 (Foto: Divulgação)A Williams lançou o FW35, na manhã desta terça-feira, pouco antes do início da segunda sessão de testes de pré-temporada, no circuito de Barcelona, na Espanha. A ex-equipe de Bruno Senna foi a última das 11 escuderias a apresentar seu novo carro para 2013. Nos primeiros testes, em Jerez de la Frontera, Pastor Maldonado e Valtteri Bottas guiaram o modelo de 2012, o FW34, com a pintura deste ano.
 
 
Pastor Maldonado, Valtteri Bottas e Susie Wolff apresentam novo carro da Williams, o FW35 (Foto: Divulgação)

O time de Grove afirma que, apesar de o novo FW35 ser uma evolução do carro anterior, ele é 80% diferente de seu antecessor, que venceu um GP no ano passado com Maldonado, justamente em Barcelona. Dentre as mudanças estão: caixa de câmbio, suspensão traseira, radiadores, assoalho, exaustores, diminuição do peso o fim do “antipático” degrau no bico. Além disso, a equipe conta que sua grande aposta foi no desenvolvimento de um escapamento com efeito coanda. Para investir nessa área, inclusive, precisou economizar recursos de outras, como a asa móvel. A nova pintura já havia sido apresentada no carro antigo em Jerez. Ela mantém os tradicionais tons de azul e branco, com detalhes em vermelho.
Além da presença da dupla titular, a apresentação contou também com a piloto de testes Susie Wolff. Ela é esposa de Toto Wolff, empresário de Bottas acionista e ex-diretor técnico do time, que seguiu para a Mercedes neste ano. Logo após o lançamento, o carro foi para a pista com Maldonado.

Dono e fundador da escuderia, Sir Frank Williams espera que o novo carro permita que a equipe volte a sonhar alto. Uma das mais tradicionais escuderias da F-1, a Williams tem nove títulos de construtores e sete de pilotos. Porém, não vence um campeonato desde 1997 com Jacques Villeneuve e, recentemente, amargava um jejum de oito anos sem vitórias, quebrado por Maldonado no ano passado, no GP da Espanha (a anterior havia sido com Juan Pablo Montoya no Brasil, em 2004).
- Acreditamos que este seja um passo adiante em relação ao carro do ano passado, que era competitivo. A Williams esteve no topo diversas vezes nos últimos 30 anos. É natural do esporte ter altos e baixos, mas quando estamos embaixo, sempre lutamos para dar a volta por cima. Espero que, com o time que temos, combinado com o FW35 e com o talento de Pastor, Valtteri e Susie, possamos estar em uma posição de desafiar os melhores – disse o patrão.
MOSAICO - Lançamento carro williams f1 (Foto: Editoria de arte)

Magoado, Alain Prost detona filme 'com vilão e mocinho' sobre Senna

 Tetracampeão diz que documentário errou ao não enfatizar lado humano do brasileiro, revela reaproximação e afirma: 'Nossa história vai durar para sempre'
Ayrton Senna Alain Prost Suzuka GP do Japão 1990 (Foto: Getty Images)
Ayrton Senna Alain Prost decidiram dois títulos com acientes entre ambos (Foto: Getty Images)
 
Lançado em 2010, o filme “Senna” – que retrata a vida e a carreira do tricampeão mundial de Fórmula 1, que morreu em um acidente em 1994 – obteve grandes bilheterias e conquistou diversos prêmios importantes pelos quatro cantos do planeta. Dois anos e meio após sua chegada aos cinemas, o documentário dirigido por Asif Kapadia volta à tona, agora pelas palavras do maior rival do brasileiro, o ex-piloto Alain Prost. Em uma longa entrevista à revista “Autosport”, o francês rompeu o silêncio e criticou duramente o viés do filme. Que, segundo ele, retrata a dupla como “o vilão e o mocinho”. Para Prost, os fãs tinham o direito de saber mais sobre o lado humano de Senna, revelado especialmente após a aposentadoria do tetracampeão.
- Não quis falar sobre isso antes, mas agora gostaria de dar a minha opinião. Eu não gosto do filme, a partir do que eu vi e ouvi. Assisti uma grande parte, mas não quero vê-lo completamente, porque eu sei do que se trata. Acho que é muito ruim, e triste. Se eles queriam fazer um filme comercial com o vilão e o mocinho, que não fizessem entrevista alguma comigo – afirmou Prost, que disse à época do lançamento que não assistiria ao filme, mas que havia alertado os produtores sobre "erros" na construção do filme.
Senna e Prost GP de Adelaide 1998  (Foto: Getty Images)Segundo o francês, a conversa preliminar com os produtores do documentário tinha uma “condição”: mostrar a relação entre ambos desde antes da entrada de Senna na F-1, explorando mais o lado humano do brasileiro. O que, de acordo com Prost, inclui o período após sua aposentadoria das pistas, ao fim de 1993, quando Ayrton o substituiu na Williams.
Ayrton Senna e Alian Prost foram grandes rivais na Fórmula 1 de 1984 a 1993 (Foto: Getty Images)
- É realmente algo inacreditável. Em minha opinião, foi uma história fantástica. Mas é preciso contar um monte de coisas que aconteceram depois que me aposentei. Eu fiz quase oito horas de entrevistas. Oito horas. Falei muito mais sobre o lado humano, de modo que se pudesse entender como ele era antes. Porque ele também me contou, depois que eu me aposentei, como foi a época em que corremos juntos – argumentou o tetracampeão.
O período entre a última corrida de Prost na Fórmula 1 e o dia da morte de Senna foi curto, compreendendo um intervalo de menos de seis meses. Mesmo assim, o ex-piloto, que completará 58 anos no próximo domingo (24 de fevereiro), considera estes 174 dias como alguns dos mais importantes na relação indissolúvel destes dois ícones do automobilismo, que foram companheiros na McLaren em 1988 e 1989.

A rivalidade nas pistas provocou uma relação de admiração e tensão entre os pilotos (Foto: Getty Images)
O filme mostra uma reaproximação entre os dois rivais na época em que o brasileiro enfrentava problemas com um carro terrivelmente instável, que culminaria no problema mecânico que causou seu acidente fatal. Porém, a forma como a famosa mensagem via rádio de Senna que aparece na transmissão da TV francesa foi exibida no longametragem é outro motivo de desgosto para o francês, que também participa no filme dando seu depoimento sobre aquele trágico fim de semana de 1994.
Em 1990, Suzuka foi palco do famoso 'troco' de Ayrton em Prost, que garantiu o título para o brasileiro (Foto: Getty Images)- Tentei explicar o que aconteceu uma semana antes de Imola, quando Ayrton me ligou quase todos os dias. Há coisas que ele me disse durante aquela semana que eu jamais contaria a ninguém. Quando ele diz "Alain, sentimos sua falta", algo que foi organizado e arranjado pela TV francesa, eles (os produtores do filme) perdem completamente a medida. Eu não posso ficar feliz com isso. E não é porque pareço o cara mau, eu não me importo muito com isso. Eu estou vivo, eu estou bem. Mas eu gostaria que todos soubessem o que Ayrton Senna foi, como lutamos e também o que aconteceu no final. Nossa história não terminou em 1994. Nossa história vai durar para sempre – contou o ex-piloto, confessando estar mais preocupado com isso hoje em dia do que quando o filme foi lançado.
saiba mais
 
Ayrton Senna GP de San Marino de 1994
 (Foto: Divulgação)
Pouco antes do GP de San Marino de 1994, Senna enviou mensagem a Prost via rádio (Foto: Divulgação)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Williams 'disfarça' carro velho com painel no bico e pintura nova. Confira

Com apresentação marcada para 19 de fevereiro, equipe inglesa é a única do grid que ainda não lançou o novo modelo para a temporada de 2013

A Williams é a única das 11 escuderias que ainda não lançou o carro para a temporada 2013 da Fórmula 1. O novo modelo só será apresentado na segunda sessão de treinos de pré-temporada, no dia 19 de fevereiro, em Barcelona (Espanha). Enquanto as demais equipes avaliam seus novos bólidos nos primeiros testes, em Jerez de la Frontera, o time de Grove utilizou o FW34, guiado por Pastor Maldonado e Bruno Senna em 2012.
Mas para não ficar tão “mal na fita”, a equipe inglesa, deu uma disfarçada. Nesses dois dias de atividades no circuito espanhol, o piloto venezuelano guiou o carro “velho” com a pintura deste ano, além de um painel para esconder o degrau no bico, permitido pelo regulamento neste ano.

2013: Pastor Maldonado com o FW34 da Williams nos treinos de Jerez. Pintura nova e painel para esconder degrau do bico (Foto: Getty Images)
 
2013: Pastor Maldonado com o FW34 da Williams nos treinos de Jerez. Pintura nova e painel para esconder degrau do bico (Foto: Getty Images)
 
2012 - Bruno Senna com o FW34 da Williams no GP dos EUA (Foto: Getty Images)
 
2012: Bruno Senna com o FW34 da Williams no GP dos EUA (Foto: Getty Images)
Com o carro do ano passado, Maldonado fez o nono tempo no primeiro dia de testes e ficou em oitavo no segundo dia de atividades. Nos próximos dois dias será a vez do finlandês Valtteri Bottas, que entrou na vaga de Bruno Senna, fazer seus primeiros treinos como piloto titular.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Grosjean domina teste marcado por batida de Hamilton e estreia de Razia

Piloto da Lotus confirma a boa forma da manhã e bate a marca estabelecida por Button no primeiro dia. Mercedes volta a ter problemas e Hamilton bate

 
Segundo a Lotus, seu novo carro é “sexy”. Mas, ao que parece, o modelo E21 também é rápido. No segundo dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Jerez de La Frontera, na Espanha, a equipe – que escreveu no cockpit a expressão “sou sexy e sei disso” – dominou a folha de tempos entre os 11 times que treinaram. Melhor na parte da manhã, Romain Grosjean confirmou a boa forma à arde e marcou 1m18s218. Um tempo melhor que o anotado pela McLaren de Jenson Button no primeiro dia. Felipe Massa, com a nova Ferrari, foi o oitavo, em uma sessão marcada pelo acidente de Lewis Hamilton com a Mercedes e a estreia do brasileiro Luiz Razia como titular da Marussia Romain Grosjean formula 1  jerez de la frontera (Foto: AFP)
Romain Grosjean dominou o segundo dia de testes da F-1 em Jerez de la Frontera (Foto: AFP)

Razia chegou mostrado serviço. O baiano de 23 anos, primeiro nordestino a chegar à Fórmula 1, assinou um contrato de um ano com a equipe de origem inglesa comandada por uma montadora russa. Nesta quarta, ele assumiu o volante do modelo MR02, já que o time mudou sua programação inicial.
Luiz razia marussia testes Jerez de la frontera (Foto: Agência Getty Images)A previsão era que seu companheiro Max Chilton, que danificou o carro ao bater no primeiro dia de treinos, voltasse à pista. Mas, com Razia no comando, a Marussia alcançou um tempo de volta cerca de um segundo e meio melhor que o anotado pelo britânico na manhã anterior, e 0s6 mais rápido que o parceiro de equipe ao longo do dia. À tarde, o motor apresentou problemas, e o brasileiro não conseguiu voltar à pista a tempo de fazer uma volta rápida. O motivo? Uma bandeira vermelha causada pela Lotus de Grosjean, que parou na pista nos minutos finais.
Confirmado pela Marussia, Luiz Razia baixou muito a marca do companheiro (Foto: Agência Getty Images)
Porém, a esta altura, o francês já comemorava o bom desempenho no segundo dia de treinos. Após ficar com a terceira melhor volta no primeiro dia de atividades, Grosjean andou forte desde os primeiros minutos de treino, anotando 1m18s828 antes da pausa para o almoço – já superior à marca de Jenson Button no dia anterior. À tarde, Romain voltou a andar forte, e baixou para 1m18s218, na melhor das 95 voltas que deu em Jerez, cerca de 20% a mais que a duração de um GP.
Outra equipe que andou bastante foi a Force India. Pela manhã, o escocês Paul di Resta, único piloto confirmado pelo time para disputar a temporada 2013 até o momento, deu 95 voltas e ficou com a segunda melhor marca, a 0s8 de Grosjean. À tarde, foi a vez do piloto de desenvolvimento, o inglês James Rossiter, experimentar o modelo VJM06. O australiano Daniel Ricciardo, da STR, completou os três primeiros, andando com o modelo STR8. Ele superou o modelo RB9 da RBR, conduzido pelo compatriota Mark Webber, que deu 101 voltas e fechou o dia em quarto lugar.
Problemas para a Mercedes
A sessão marcou também a estreia de dois nomes de quem se espera muito nesta temporada em seus novos times. Na McLaren, Sergio Perez assumiu o cockpit que foi de Jenson Button no dia anterior. Ele substitui Lewis Hamilton no time, já que o inglês foi para o lugar do aposentado Michael Schumacher na Mercedes. Porém, a primeira experiência do campeão de 2008 em sua nova equipe terminou na barreira de pneus, depois de uma falha hidráulica que provocou a perda da pressão dos freios traseiros do carro.

lewis hamilton mercedes formula 1jerez de la frontera (Foto: Getty Images)
Lewis Hamilton deixa sua Mercedes após o acidente provocado por falha nos freios (Foto: Getty Images)

Após dar apenas 14 voltas, Hamilton passou reto na curva “Dry Sack” e acertou a barreira de pneus de frente, com 1h40min de atividade. A batida danificou o bico, parte da suspensão e alguns apêndices aerodinâmicos do novo modelo F1W04 da equipe alemã. Com o problema, ele não conseguiu reduzir a velocidade e evitar o choque. Este é o segundo infortúnio enfrentado pela Mercedes em dois dias e testes. Na terça-feira, o bólido de Nico Rosberg teve problemas elétricos, que chegaram a provocar um princípio de incêndio perto da roda traseira.
Já para Felipe Massa, foi um dia de mais aprendizado a respeito da nova F138. Segundo o brasileiro, trata-se de um carro mais “bem nascido” do que o seu antecessor, a problemática F2012. Mais preocupado em entender as reações do carro às diferentes condições de acerto do que em marcar voltas rápidas, Massa ficou apenas com a oitava posição entre os 12 pilotos que foram à pista. Felipe deu 78 voltas, sete a mais que Pastor Maldonado, nono colocado na sessão de treinos. O venezuelano é o único que está usando o carro da temporada anterior nos testes coletivos de Jerez.

Felipe Massa Ferrari testes Jerez de la frontera (Foto: Agência Getty Images)
Felipe Massa desenvolve a Ferrari nos testes de Jerez de la frontera (Foto: Agência Getty Images)

Confira os melhores tempos do 2º dia de testes de pré-temporada:
1 - Romain Grosjean (FRA/Lotus) - 1m18s218 (95 voltas)
2 - Paul di Resta (ESC/Force India) - 1m19s003 (95)
3 - Daniel Ricciardo (AUS/STR) - 1m19s134 (83)
4 - Mark Webber (AUS/RBR) - 1m19s338 (101)
5 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - 1m19s502 ( 99)
6 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 1m19s519 (15)
7 - Sergio Pérez (MAX/McLaren) - 1m19s572 (81)
8 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m19s914 (78)
9 - Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1m20s693 (71)
10 - James Rossiter (ING/Force India) - 1m23s139
11 - Giedo Van der Garde (HOL/Caterham) - 1m21s311 (88)
12 - Luiz Razia (BRA/Marussia) - 1m23s537 (31)

Nesta quinta-feira, no terceiro dos quatro dias dos testes coletivos da Fórmula 1 na Espanha, alguns campeões andarão pela primeira vez com os modelos de 2013. Depois de Jenson Button na McLaren e Lewis Hamilton na Mercedes, será a vez de Sebastian Vettel na RBR e Kimi Raikkonen na Lotus, que substituirão Mark Webber e Romain Grosjean, respectivamente. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os detalhes em Tempo Real, com informações de bastidores e reportagens especiais, direto de Jerez de La Frontera.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Novo carro da Caterham de 2013 tem menos amarelo e verde mais claro

Novo CT03 é lançado pouco antes do início das primeiras sessões de testes de pré-temporada da Fórmula 1, no circuito de Jerez de la Frontera
                                                                                                                                                            Assim como a Marussia, a Caterham também lançou seu novo carro, o CT03, para a temporada 2013 da Fórmula 1 pouco antes do início dos testes no circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha. Com a dupla totalmente reformulada, Charles Pic e Giedo van der Garde, o time anglo-malaio, assim como todas as equipes, aposta na evolução do modelo anterior, o CT01, em razão da pouca alteração nos regulamentos técnicos e desportivos para este ano. A grande mudança do novo modelo está nas cores. A escuderia reduziu a quantidade de amarelo e suavizou o tom do verde na nova pintura.

A primeira sessão de testes de pré-temporada da Fórmula 1 em Jerez de la Frontera começam nesta terça-feira, dia 5, e vão até a sexta, dia 8. O primeiro GP será disputado de 15 a 17 de março, na Austrália.

Caterham CT03 - Fórmula 1 (Foto: Divulgação)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Caterham CT03 - Fórmula 1 (Foto: Divulgação / Site oficial da Caterham)
 
MOSAICO lançamento novo carro da Caterham temporada 2013 (Foto: Divulgação / Site Oficial da Marussia)